Numa aula ao vivo e gratuita, a Dra. Cris Danielsson te ensina a ler as três camadas de qualquer região do corpo antes de ligar um aparelho. É o que separa quem aplica procedimento de quem monta protocolo e entrega resultado acima da média.
A visão externa
o que a paciente traz como queixa
O tecido adiposo
fofo, compacto ou misto
A camada muscular
força, tônus e diástase
Fez tudo certo e o resultado veio só "ok"? O problema quase nunca é o seu aparelho. É a avaliação. E dá pra virar essa chave já na sua próxima paciente.
A paciente chega dizendo "quero tirar essa barriga". Mas o que está ali pode ser gordura localizada, flacidez de pele, fraqueza muscular, diástase ou retenção. Cada uma mora numa camada diferente e pede um recurso diferente.
Quando você trata a gordura e a projeção vinha do músculo, a paciente volta e diz: "melhorou, mas continua igual". Não foi o aparelho que falhou, nem a sua técnica. Foi a avaliação que parou na primeira camada.



Resultados de pacientes atendidas com avaliação por camadas. Cada caso pediu uma combinação diferente de recursos.
O que a paciente enxerga no espelho e leva como queixa até você. É onde quase toda avaliação começa, e é onde a maioria também termina.
O tecido subcutâneo de verdade: se é fofo, compacto ou misto, a espessura, a qualidade. É o que define o recurso certo, e o que separa gordura comum de um quadro de lipedema.
Força, tônus, diástase, postura e pressão intra-abdominal. É a camada que quase ninguém avalia, e a que explica a maior parte das barrigas que não respondem a tratamento nenhum.
Camada por camada, mais o contexto daquela paciente: fase hormonal, intestino, rotina. É a soma disso que define o protocolo, e é por isso que protocolo copiado da internet funciona numa e falha na outra.
O método de avaliação em 3 camadascomo ler cada camada na prática, o que procurar em cada uma e como a soma delas define o protocolo. Aplicável a abdômen, braços, coxas e glúteos.
Por que o seu resultado fica “ok”o erro número um da estética corporal: tratar a alteração que a paciente citou, com o aparelho que você tem, sem avaliar o que está nas outras camadas.
Quatro testes clínicos que você aplica amanhãsem equipamento e sem exame caro. O teste da contração no espelho, o teste do braço, a demarcação com a paciente em pé e o teste de diástase. Cada um revela uma camada diferente.
Como diferenciar o que parece igualgordura comum ou lipedema. Flacidez de pele ou músculo sem tônus. Gordura subcutânea ou visceral. Celulite ou tecido fibrosado. É a leitura de camada que separa cada par.
Três diagnósticos ao vivoa Cris mostra três casos reais e pergunta o que você enxerga. A sala responde no chat. E aí ela revela o que era de verdade, camada por camada.
Está começando agora e quer aprender a avaliar do jeito certo, pra não passar anos no chute.
Já atende corpo (CRIO, radiofrequência, e por aí vai) mas sente que o resultado podia ser melhor.
Já fez tudo certo e a barriga, a celulite, o contorno não respondeu como você esperava.
Vem de outra área da saúde (fisio, biomedicina) e quer entrar na estética corporal com método.
Tem clínica e quer trazer um serviço diferenciado e treinar a sua equipe.
Independente do seu momento, você sai dessa aula enxergando a paciente de um jeito diferente.

Fisioterapeuta, pós-graduada em Dermatofuncional, especialista em estética corporal avançada e dona de clínica em Balneário Camboriú. Já formou mais de 2.500 alunas no Brasil e coordena uma formação em estética corporal avançada reconhecida pelo MEC, em parceria com a Anhanguera.
Tudo que ela ensina é o que vive no dia a dia da clínica, validando em pacientes reais.
A aula é ao vivo e a sala dessa semana tem vaga limitada. Quem se inscreve agora garante o lugar e recebe o lembrete antes de começar.